A sociedade contemporânea vivencia um período de intensas transformações tecnológicas, sociais e econômicas. No decorrer dos anos, o ritmo das mudanças sofreu um aumento exponencial, ao ponto de que hoje é impossível se manter atualizado sobre todos os assuntos e acompanhar todas as inovações, que surgem nos mais variados formatos, provenientes de qualquer local e cujo impacto varia de um nível discreto a um nível disruptivo.
Para sobreviver e crescer neste mercado dinâmico, as empresas precisam se adequar ao sistema vigente de seu período. Isso significa repensar os modelos de gestão, as formas de organização do trabalho, os métodos e meios de racionalização dos recursos produtivos, com o objetivo de corresponder às demandas e atender às expectativas do sistema vigente. Porém, vale ressaltar que esse processo de transformação e adaptação não é recente. Desde os primórdios da sociedade, a humanidade progrediu continuamente, desde as revoluções industriais, até os sistemas produtivos adotados pelas empresas.
O curso Sistema Toyota de Produção – Toyotismo tem como propósito explicar o desenvolvimento da produção enxuta, originada na Toyota, cujos princípios e métodos influenciaram os modelos de organização e racionalização do trabalho ao proporcionar flexibilidade nas linhas de produção para assim atender às demandas e às expectativas dos clientes.
Sua matriz curricular é composta por três módulos de aprendizado:
1 – Origem do Toyotismo;
2 – Princípios do Modelo Toyota;
3 – Disseminação do Toyotismo.
Ao concluir este curso, você será capaz de compreender:
– O surgimento do Toyotismo, o perfil de Taiichi Ohno, e as condições da época que propiciaram a instauração desse sistema de produção;
– A influência da liderança na concepção do Modelo Toyota;
– As quatro grandes áreas do Modelo Toyota e os quatorze princípios empregados para operacionalizar o sistema;
– A relação entre os princípios do STP e os pilares técnicos do WCM;
– O panorama global durante a disseminação do Toyotismo, as críticas ao sistema de produção, e seu declínio com o avanço tecnológico da quarta revolução industrial;
– A integração entre o STP e a Indústria 4.0.















